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ABACATEIRO
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Abacateiro

 

 

Considerado uma rica fonte de folato, vitamina A e potássio, o abacate tem mais proteína que qualquer outra fruta, cerca de 2 g para cada porção de 110 g. Possui, ainda, quantidades úteis de ferro, magnésio e vitaminas C, E e B6. Seu único inconveniente é o alto teor calórico - 110 g contém cerca de 200 calorias. Deve ser servido cru, pois se torna amargo quando cozido. Pode ser acrescentado a pratos quentes já cozidos, servido em forma de saladas ou batido com leite. Os abacates só amadurecem depois de colhidos.

 

 

 

 

 

 

 

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Abacate: bom para as articulações e o coração

Estudos mostram que a fruta faz tão bem ao nosso organismo quanto o azeite extra-virgem.

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Força, energia, concentração e muito preparo físico. Em uma academia de caratê, em Campinas, no estado de São Paulo, instrutor e alunos se dedicam a um esporte que em apenas uma hora de prática consome 400 calorias. É um grande esforço para os músculos e um desgaste para os ossos e as articulações.


Mas o médico Edson Credídio, faixa preta desde a adolescência, tem a solução. O nutrólogo é defensor e apreciador ferrenho do abacate. Ele acredita que a fruta não deve faltar na alimentação dos atletas.

 

 

"Evita a câimbra pelo alto teor de potássio. Ele é importante, porque apresenta polifenóis, que ajudam a recuperar e a proteger as cartilagens nas articulações. Então, é um complemento que todo o atleta deveria utilizar", explica o médico.

Só de potássio, o abacate tem 485 miligramas em cada cem gramas do fruto. É o dobro da banana. Na academia, o médico recomenda o abacate aos alunos, assim como faz com seus pacientes há 28 anos. Segundo ele, para prevenir uma série de doenças.

"Evita doenças crônico-degenerativas, processos alérgicos, processos reumáticos, doenças auto-imunes. Eu uso para tudo, só que inserido em um plano pessoal", afirma doutor Credídio.

Acontece que o abacate, apesar de gostoso, tem fama de engordar. Por isso, não é muito bem visto.

"Todos nós achávamos que era gorduroso", diz uma mulher.

"Sempre acharam que aumentaria o colesterol", comenta um aluno da academia.

"Pelo fato de ter óleo, ele tem um alto teor energético. Cada 100 gramas tem 170 calorias. Só que você põe uma quantidade menor, por exemplo, em um leite desnatado ou come com limão. Então, fica pouca caloria. Compensa pelo benefício", explica doutor Credídio.

Benefícios que pesquisadores do curso de engenharia de alimentos da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) estudam já há dois anos. Orientado pela professora Glauce Pastore, doutor Edson Credídio quer comprovar cada uma das propriedades do abacate na sua tese de doutorado. Os estudos feitos no laboratório mostram que o abacate é tão bom para o nosso organismo quanto o azeite extra-virgem.

"A grande vantagem é que nós encontramos o abacate o ano todo. Ele tem uma diversidade muito grande. No Brasil, temos mais de cem espécies diferentes. Então, você consegue encontrar o ano todo. O benefício que ele causa é aumentar o colesterol bom e reduzir o colesterol ruim, levando à prevenção de doenças cardiovasculares", diz o médico.

A constatação de que o abacate podia aumentar o bom colesterol bom precisava ser comprovada cientificamente. Um desafio que levou o pesquisador até o Comando de Policiamento do Interior, o CPI2.

O grupo de policiais foi considerado ideal para o estudo, porque as pessoas que fazem parte dele têm várias características parecidas. São homens e mulheres na mesma faixa de idade, entre 25 e 45 anos. Eles possuem hábitos de alimentação e de atividade física bem semelhantes. E todos têm uma profissão que provoca muito estresse.

E o estresse é uma ameaça. Para reagir, consumimos nossas reservas, inclusive o colesterol bom, o HDL. A proposta para os militares do CPI2 era consumir um abacate pequeno por dia: metade no almoço e a outra metade no jantar.

"No começo, eu estava meio cético. Como uma fruta que é tão gordurosa pode melhorar o colesterol? Eu achei até estranho", conta o terceiro sargento da Polícia Militar de São Paulo, Alex Sandro Menegão.

O sargento Alex Sandro tinha boas razões para ter receio. Pouco antes do teste, teve diagnosticado um problema de hipotireoidismo. “É uma alteração na glândula tireóide que faz com que o metabolismo tenha problemas. Então, o colesterol aumenta na circulação. Eu tinha níveis de colesterol altíssimos. Eu ia ter que tomar remédios e medicamentos para controle do colesterol”, lembra.

Setenta policiais aderiram ao programa durante dois meses. Nada mudou na alimentação deles, a não ser a entrada do abacate.

"Eu não quis interferir na dieta para mostrar a eficácia real do fruto do abacate", explica o médico.

Os exames de sangue foram realizados antes e depois do estudo. O resultado surpreendeu.

"A principal conclusão dessa pesquisa foi que 99% dos policiais participantes tiveram uma melhora do colesterol HDL, que é bom colesterol", informa doutor Credídio.

O sargento Alex Sandro e a soldado Cristina Proença apresentaram as mudanças mais significativas. O HDL, o colesterol bom, da soldado Cristina subiu 20% ao final dos dois meses. O sargento Alex Sandro apresentou uma melhora geral do quadro dele: redução do colesterol total e aumento do HDL.

"Eu me senti mais disposto e mais humorado. Só o fato de saber que não estou mais doente e que não tenho mais nenhum problema é ótimo. Então, eu vou prosseguir nessa dieta. Já é o suficiente, não preciso tomar nenhum tipo de medicamento, nenhuma droga. Acho mais natural", diz o sargento.

"O ideal seria uma porção por dia, o que corresponde a duas colheres de sopa. Isso seria introduzido em um plano alimentar balanceado", orienta doutor Credídio

 

 

 

 

Aspargo

Broto para exportação

"Quero plantar aspargos, mas não tenho nenhum conhecimento sobre a cultura. Peço informações."
Luís Eduardo Schuh
Santa Cruz do Sul, RS

Resposta baseada em consulta a Eliane Augustin Oliveira, pesquisadora da Embrapa Clima Temperado, Pelotas, RS.


Calor intenso e ventos fortes prejudicam o aspargo

O aspargo é uma planta perene da família das aliáceas, mesmo grupo do alho e da cebola. Tem raiz carnosa de vida longa e, sobre ela, o rizoma, que emite brotações novas todos os anos. Essas brotações, chamadas de turiões, são a parte comestível. No ciclo do aspargo, há um período de dormência, durante o qual a planta seca. No Sul do Brasil, isso ocorre no começo do inverno.

Quando a temperatura sobe, a planta rebrota, iniciando-se a colheita. Além do frio, a seca também induz ao período de dormência. Por conta disso, foram efetuados plantios de aspargo no Vale do Rio São Francisco, no Nordeste brasileiro, onde o período de dormência pode ser induzido com suspensões na irrigação.

Em termos de produtividade, a cultura teve grande êxito. Os produtores, porém, tiveram dificuldade para escoar suas colheitas e hoje praticamente deixaram esse plantio. O único caminho para a colocação do aspargo cultivado no país tem sido a exportação. É uma cultura com alto custo de produção, principalmente devido ao fato de toda a colheita ser feita manualmente.

O híbrido recomendado para plantio no Sul do Brasil é o Embrapa 79-Deco. Outras cultivares são também plantadas. Nesse caso, se as sementes são obtidas na própria lavoura - prática não indicada mas comumente utilizada pelos produtores -, selecionam-se plantas que apresentam boa produção. Seus frutos maduros são recolhidos e logo em seguida macerados em água, retirando-se as sementes e deixando-as secar em local fresco.

O plantio é feito em sementeiras com solo fofo e razoavelmente fértil, e a época ideal no Sul é entre setembro e outubro. No Nordeste, em área irrigada, planta-se em qualquer período do ano. O espaçamento é de 30 centímetros entre linhas e 5 centímetros entre sementes, que são plantadas à profundidade de 2 a 3 centímetros. Os tratos culturais resumem-se à irrigação (no Sul não se irriga) e à eliminação de ervas daninhas. As sementes germinam em três ou quatro semanas.

Pode-se acelerar deixando-as imersas em água por três a cinco dias e depois deixando-as secar. Quando se aproxima o período frio, os ramos secam. São, então, cortados, e as mudas estão prontas para serem transportadas ao local definitivo. As raízes são agitadas para retirar terra e separadas umas das outras. Somente as mudas sadias devem ser plantadas. Uma boa muda apresenta entre quatro e seis gemas visíveis e de oito a dez raízes carnosas.

O solo para o plantio definitivo deve ter textura solta, profundidade mínima de 80 centímetros e pH em torno de 6,5. O plantio no Sul é feito no final do inverno e no início da primavera. Os sulcos são abertos no momento do plantio para manter a umidade da terra, com a profundidade de 15 a 20 centímetros. O espaçamento é de 2,5 metros entre os sulcos para que as raízes não se entrelacem e de 30 centímetros entre mudas. As gemas devem estar voltadas para cima.

A primeira colheita é feita dois anos após o plantio definitivo. No final do período de dormência, corta-se a parte aérea da planta e aguarda-se que ela brote. A primeira colheita deve durar no máximo 30 dias. As seguintes podem ser feitas por 60 dias. Os turiões devem ser brancos, retos, com pontas perfeitas, escamas fechadas e aderentes em toda a extensão e superfície sem manchas ou lesões e classificados de acordo com o diâmetro.

Devem ser preparados camalhões sobre os brotos novos para que eles não tenham contato com a luminosidade e, assim, seja possibilitada a colheita de aspargos brancos. Se deixá-los sair à superfície, ficam esverdeados, o que também é apreciado no mercado. A produção é crescente até o quinto ano e depois decresce lentamente. Uma lavoura pode produzir economicamente por mais de dez anos.

Muito calor - temperaturas acima de 30oC - provoca características indesejáveis aos turiões, como pontas abertas e desidratação, e ventos fortes são prejudiciais ao seu desenvolvimento. Em contrapartida, a planta suporta bem períodos de seca, pela grande extensão de suas raízes.

 


Aspargo

Broto para exportação

"Quero plantar aspargos, mas não tenho nenhum conhecimento sobre a cultura. 


Calor intenso e ventos fortes prejudicam o aspargo

O aspargo é uma planta perene da família das aliáceas, mesmo grupo do alho e da cebola. Tem raiz carnosa de vida longa e, sobre ela, o rizoma, que emite brotações novas todos os anos. Essas brotações, chamadas de turiões, são a parte comestível. No ciclo do aspargo, há um período de dormência, durante o qual a planta seca. No Sul do Brasil, isso ocorre no começo do inverno.

Quando a temperatura sobe, a planta rebrota, iniciando-se a colheita. Além do frio, a seca também induz ao período de dormência. Por conta disso, foram efetuados plantios de aspargo no Vale do Rio São Francisco, no Nordeste brasileiro, onde o período de dormência pode ser induzido com suspensões na irrigação.

Em termos de produtividade, a cultura teve grande êxito. Os produtores, porém, tiveram dificuldade para escoar suas colheitas e hoje praticamente deixaram esse plantio. O único caminho para a colocação do aspargo cultivado no país tem sido a exportação. É uma cultura com alto custo de produção, principalmente devido ao fato de toda a colheita ser feita manualmente.

O híbrido recomendado para plantio no Sul do Brasil é o Embrapa 79-Deco. Outras cultivares são também plantadas. Nesse caso, se as sementes são obtidas na própria lavoura - prática não indicada mas comumente utilizada pelos produtores -, selecionam-se plantas que apresentam boa produção. Seus frutos maduros são recolhidos e logo em seguida macerados em água, retirando-se as sementes e deixando-as secar em local fresco.

O plantio é feito em sementeiras com solo fofo e razoavelmente fértil, e a época ideal no Sul é entre setembro e outubro. No Nordeste, em área irrigada, planta-se em qualquer período do ano. O espaçamento é de 30 centímetros entre linhas e 5 centímetros entre sementes, que são plantadas à profundidade de 2 a 3 centímetros. Os tratos culturais resumem-se à irrigação (no Sul não se irriga) e à eliminação de ervas daninhas. As sementes germinam em três ou quatro semanas.

Pode-se acelerar deixando-as imersas em água por três a cinco dias e depois deixando-as secar. Quando se aproxima o período frio, os ramos secam. São, então, cortados, e as mudas estão prontas para serem transportadas ao local definitivo. As raízes são agitadas para retirar terra e separadas umas das outras. Somente as mudas sadias devem ser plantadas. Uma boa muda apresenta entre quatro e seis gemas visíveis e de oito a dez raízes carnosas.

O solo para o plantio definitivo deve ter textura solta, profundidade mínima de 80 centímetros e pH em torno de 6,5. O plantio no Sul é feito no final do inverno e no início da primavera. Os sulcos são abertos no momento do plantio para manter a umidade da terra, com a profundidade de 15 a 20 centímetros. O espaçamento é de 2,5 metros entre os sulcos para que as raízes não se entrelacem e de 30 centímetros entre mudas. As gemas devem estar voltadas para cima.

A primeira colheita é feita dois anos após o plantio definitivo. No final do período de dormência, corta-se a parte aérea da planta e aguarda-se que ela brote. A primeira colheita deve durar no máximo 30 dias. As seguintes podem ser feitas por 60 dias. Os turiões devem ser brancos, retos, com pontas perfeitas, escamas fechadas e aderentes em toda a extensão e superfície sem manchas ou lesões e classificados de acordo com o diâmetro.

Devem ser preparados camalhões sobre os brotos novos para que eles não tenham contato com a luminosidade e, assim, seja possibilitada a colheita de aspargos brancos. Se deixá-los sair à superfície, ficam esverdeados, o que também é apreciado no mercado. A produção é crescente até o quinto ano e depois decresce lentamente. Uma lavoura pode produzir economicamente por mais de dez anos.

Muito calor - temperaturas acima de 30oC - provoca características indesejáveis aos turiões, como pontas abertas e desidratação, e ventos fortes são prejudiciais ao seu desenvolvimento. Em contrapartida, a planta suporta bem períodos de seca, pela grande extensão de suas raízes.